23 de jan de 2015

[Kokoro No Hana – Flores do Coração] Capítulo 01






Capítulo 01 – Visão de Nico Robin - Ao resgate de Camie! (História concomitante com os volumes 51 e 52, capítulos 500 a 503)

História de Paloma Lourenço

Robin sabia da relação violenta e preconceituosa entre os homens-peixes/tritões e humanos. Mas ali, em Sabaody, ela viu como o ódio é difundido e quão cruel o mundo pode ser. A Cria do Diabo já passou por muitas coisas em seus 20 anos de fuga da Marinha. Teve de viver e sobreviver com piratas tiranos, organizações desumanas, crimes no submundo. No entanto, a história mostrava que qualquer conversa entre humanos e tritões podia criar uma fissura enorme entre as raças. Isso, para Nico Robin, era muito mais extraordinário. Isso encantava Robin de tal forma que ela já previa um problema iminente.

Ela explicava para Nami sobre o perigo em que Camie e Hachi se encontravam quando Franky apareceu desesperado, usando como transporte um peixe-voador. De sua boca veio um aviso trágico: Camie tinha sido capturada e seria vendida no leilão de escravos de Sabaody. Nami e Robin estavam no Bosque 30, onde se encontrava o Shopping.

Ao saber do sequestro, Nami foi rapidamente com Franky para o Mangue 01 da ilha e pediu para Robin ir mais devagar, também utilizando um peixe-voador, para ver se encontrava Zoro no caminho, afinal, ele estava incomunicável e com certeza tinha se perdido. Porém, pediu para que não se focasse no espadachim, se não o encontrasse, o ponto de encontro era o leilão. Robin foi o mais rápido que pode, mas chegou depois do fatídico soco do Luffy no Tenryuubito Charlos. E Zoro estava lá, por acaso, mas estava.

Robin chegou num momento propício, os guardas que protegiam o local não admitiam que nobres sofressem alguma agressão, estavam loucos de raiva, queriam impedir o bando dos Mugiwaras. A luta havia começado antes mesmo de a sétima mugiwara chegar. Assim que ela pisou no leilão, foi atacada por dois guardas. A resposta de Robin foi simples: um quadro e dois clutchs.

Mas havia um pirata, mais precisamente, um supernova, que não quis sair da muvuca que acontecia no leilão. Quando ele resolveu se dirigir ao Luffy, Robin o fitou e...

Ela o conhecia. Uma recompensa de 200 milhões de berries. Oriundo do North Blue, Trafalgar Law, o Cirurgião da Morte.

-           Luffy, eu o conheço, ele é um pirata!



Capítulo 01.1 – Visão de Trafalgar Law – A Tempestade está por vir
(História concomitante com os volumes 51 e 52, capítulos 500 a 503)
História de Clarissa Gasparin
Imediatamente, o bando atracou no arquipélago de Sabaody. Todos seguiram o capitão, ele não tinha interesse em nenhuma atração de lazer. Curiosamente, seu primeiro destino foi o leilão, sob a bandeira da pessoa que lhe era o objetivo de sua vida. Sentaram-se nas fileiras do meio e observaram as “ofertas” que se vendiam naquele antro.

Não havia mais ninguém ali da nova geração, a não ser Eustass “Captain” Kidd e seu bando. Com um gesto rude, desprezou sua presença e voltou a observar a eloquência de Disco, o apresentador daquele show de horrores.
De repente, um estrondo. O famoso louco, Luffy do Chapéu de Palha, havia chegado ali em sua melhor - ou pior - entrada possível, destruindo o telhado e gritando o nome da sereia. Um incidente com um tritão havia mudado a perspectiva. Agora o novato havia socado a cara de um Tenryuubito e isto certamente iria virar uma bagunça. “Os D. certamente trarão uma tempestade novamente”, pensou. Outros de seu bando chegaram para ajudar a conter os inimigos, mas ingênuos, não perceberam que a marinha já havia se posicionado lá fora.
– Os marinheiros já estão aqui, Mugiwara-ya – disse.

Luffy, todo ingênuo, perguntou quem ele era. Foi então que a integrante conhecida como Cria do Demônio virou-se e proferiu: “Você é Trafalgar Law, não é?”. Seus olhos se encontraram, o momento era de tensão. Mas Law não tirou o sorriso superior típico do rosto por nenhum motivo, mesmo com um Almirante a caminho e um conflito entre os três capitães, apenas analisava as palavras de Robin, provavelmente o cérebro da equipe.
Foi aqui que tudo começou. Ou não.
 
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