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Conheça o Um Pedaço Cast

9 de nov de 2017

Spoilers: Capítulo 885

- Depois de se recompor, Katakuri ainda tem a vantagem sobre Luffy.
- Luffy acha que achou uma abertura na defesa de seu inimigo, mas o Gear 4th se esgota.
- Luffy precisa escapar de Katakuri por 10 minutos, mas ele sabe que não será fácil.
- Luffy quer usar os poderes de Brulee para escapar, mas aparentemente ela está com Big Mom, então o capitão precisa escapar sozinho.
- Todos os navios de bolo estão atacando ao mesmo tempo a fim de afundar os Mugiwaras, os Firetanks e os piratas do Sol.
- Sanji e o resto terminaram o creme e as partes de chocolate do bolo, eles começam a finalizá-lo no navio enquanto navegam em direção ao Sunny.
- Luffy consegue encontrar Brulee e usa seus poderes para escapar através de um espelho. Porém, ambos aparecem na Ilha Amendoim, lugar onde Big Mom etá, então ambos têm que fugir novamente.

Pausa semana que vem.

3 de nov de 2017

Room Anything #13: Controle seu nível de estresse

A não ser que você queira ser preso ou até mesmo morto! Sim, hoje a indicação da semana é bem pesada, mas muito boa! Distopias são ótimas para nos fazer pensar sobre como seria a vida se alguém resolvesse controlar as pessoas da pior maneira possível, impondo suas vontades e regulando a vida das pessoas como bem entendessem.

Isso assusta bastante, já que o que está em risco é sempre a nossa liberdade e ir e vir, nosso pensamento crítico é sufocado e muitas vezes ficamos à mercê de um governo que nos impõe alguma ordem assustadora e mortal. É um tema bem comum: Jogos Vorazes, Maze Runner, 1984, Black Mirror, 3% e afins. Exemplos não faltam quando tratamos deste tema. Mas fugindo um pouco de séries, livros e filmes, hoje a distopia em questão é um anime!

Em uma era futurística do Japão, o crime foi praticamente extinto graças à uma nova força-tarefa policial e sua tecnologia de controle populacional. Através de um sistema virtual chamado Sibyl System, os agentes do governo conseguem medir o estado emocional das pessoas, considerando que quem estiver acima de um determinado nível do Coeficiente Criminal, pode ser considerado uma ameaça e deve ser neutralizado. A forma como isto acontece? A polícia utiliza uma arma chamada Dominator, que não somente realiza o scan da mente das pessoas, mas também é capaz de usar sedativos ou até mesmo exterminar o possível criminoso latente, explodindo seu corpo.

Aparentemente, quem olha por cima acredita que o sistema funciona. O problema é que as próprias vítimas de sequestros, assaltos e outros tipos de crime também elevam o nível de seu Coeficiente Criminal, dada a cirscunstância de perigo e estresse envolvidos. E, no final, eles também podem ser exterminados. E eis que vivemos a realidade de Psycho-Pass!

 
É claro que alguém iria questionar a forma como esta força-tarefa regula a sociedade. E eis que este alguém é um rapaz chamado Makishima. Curiosamente, ele é uma exceção à regra do sistema, visto que seu Coeficiente Criminal é baixo, mas isto não o impede de cometer atos terroristas pela cidade. Makishima, portanto, é classificado como um Criminoso Assintomático, uma espécie de psicopata que não sente as variações de adrenalina, estresse ou qualquer outro sentimento ligado a situações criminosas. Sabendo disso, ele começa a praticar crimes pela cidade, usando sua sagacidade para colocar a polícia em situações eticamente ambíguas e fazendo a população questionar o Sibyl System.

Eis que um grupo especial da polícia entra em ação para impedir os atos terroristas de Makishima. Uma nova integrante se junta ao grupo, Akane Tsunemori, que é tutelada por Shinya Kogami, um detetive experiente que está no encalço de Makishima. No primeiro encontro, porém, há um equívoco entre os dois, visto que o Coeficiente Criminal de Kogami é sempre alto. Mais tarde, Akane descobre que a unidade policial que ela se encontra é basicamente formada por pessoas com Coeficiente Criminal alto, e que para escaparem da prisão ou aniquilação, aceitaram prestar seus serviços à polícia.

A história, consequentemente, gira em torno dessa investigação e na dinâmica entre bem e mal que essa sociedade distópica sustenta. Makishima é realmente uma pessoa ruim por questionar o sistema? Ou as pessoas devem simplesmente aceitar a forma como tudo tem sido regido? A protagonista Akane, no começo, é bem sonsa nesse sentido. Ela literalmente é uma das pessoas mais corretas e sem vontade própria de todo o anime. Mas, pouco a pouco, vendo os atos terroristas de Makishima, ela começa a questionar a vida que sempre levou, muitas vezes sentindo-se um robô que fazia tudo o que a sociedade esperava dela. E assim, vamos acompanhar o que Akane vai fazer para conciliar essa contradição que agora afeta até mesmo seu Coeficiente Criminal.

Psycho-Pass é um anime muito bem recebido pela crítica. Infelizmente, sua segunda temporada não é tão bem vista como a primeira, apesar de eu ter gostado das duas. A série finaliza com um filme, mas só a primeira temporada já encerra bem a trama principal exposta no parágrafo anterior, com 22 episódios. O anime nos faz questionar muitas coisas, reais ou não, o que é extremamente importante na nossa reflexão cotidiana para formarmos opiniões.

A trilha sonora é um show à parte, enquanto a qualidade da animação é simplesmente divina, cortesia do estúdio Production I.G, mesmo estúdio que produz Shingeki no Kyojin, Kuroko no Basket, Haykyuu!!, Pokémon Origins, entre outros. Psycho Pass é aquele tipo de anime que está na lista obrigatória de todos aqueles que assistem anime com frequência. Talvez não seja tão conhecido quanto os outros shounens aos quais estamos acostumados, mas é sempre bom pesquisar animes mais curtos que fogem do padrão shounen, para variar e conhecer outros estilos.

Deixarei a segunda abertura, como de costume, para vocês terem um gostinho do que esperam por vocês. Semana que vem, eu vou falar de outra distopia, porque a vida é assim mesmo, não é fácil nem nada. Porém, será uma série, muito premiada este ano e que é obrigatória para toda pessoa que respira nesse mundo! Até a próxima, pessoal! |x|


2 de nov de 2017

Spoilers: Capítulo 884

Título do capítulo: Quem?
A habilidade de evasão de Katakuri se deve ao seu Haki da Observação.
Katakuri voltou a ser calmo e Luffy mais uma vez não é capaz de conectar mais um ataque.
Luffy está caído apenas com um ataque de Katakuri, antes mesmo de completar seu Rhino Schneider pela segunda vez.
Não é possível saber se Luffy está consciente ou não.
O golpe final de Katakuri é chamado de Powerful Mochi, podendo ser traduzido como Grandioso Soco (Chikara Punch).

Pound vai encontrar Chiffon mas é derrotado pelo quarto filho, Oven.
Ignorando o tumulto, Sanji e Pudding estão no meio do preparo do bolo.
Pudding está preocupada com Luffy lutado com Katakuri já que ele nunca perdeu pra ninguém antes.
Sanji sorri e diz: "Então isso significa que Katakuri saberá como é ser derrotado hoje. Vamos continuar fazendo o bolo, não se preocupe."

No mar
Lesmas do mar foram capturadas pela canção de Praline e se tornaram imprestáveis graças à sua voz cativante.

O mangá continua semana que vem!


27 de out de 2017

Room Anything #12: Só nos compiuter

Olá, pessoal, tudo bem? Aqui estamos, para mais uma semana de indicações! Sei que havia prometido na semana passada indicar um filme, mas eu revi o score e as críticas e acabei resolvendo não indicá-lo, afinal, eu prezo pela qualidade, não somente pelo meu gosto pessoal. Pensando nisso, achei melhor não indicar um filme com score baixo, apesar de gostar muito dele. Então vamos de outra coisa que não seja Tekpix, vamos lá!

Vou me manter na parte do suspense, mas também vou pender para o lado dramático e psicológico! Todo mundo aqui ao menos uma vez na vida ouviu falar de Clube da Luta, certo? A premissa mais famosa do enrendo é o seu final, mas ela também se pauta muito na crítica do protagonista ao modo como as pessoas vivem presas ao sistema econômico vigente. A série em questão tem exatamente este objetivo, e é tão boa quanto. Mas não para por aí. Ela também possui muitos elementos de V de Vingança e Matrix. É inegável que o material fonte de inspiração da série é de máxima excelência.

Em todas elas, o protagonista tem a chance de mudar de forma revolucionária o mundo em que vivem. Bem, de uma maneira mais palpável, e com tantos conflitos psicológicos quanto, nosso protagonista também está buscando algo semelhante. E seu nome é... Mr. Robot!

O enredo segue a história de Elliot Alderson, um rapaz que trabalha em uma companhia de segurança virtual chamada Allsafe. Durante seu trabalho, ele ajuda a proteger os clientes de ataques virtuais, mas quando está em casa, as coisas mudam de figura. Elliot é um hacker que persegue pessoas que  cometem crimes virtuais, rastreando tudo sobre suas vidas e as confrontando para que parem com as atividades ilegais antes que ele chame as autoridades.

Tudo muda quando ele recebe um convite de um misterioso anarquista chamado Mr. Robot que deseja plantar um vírus em uma grande empresa chamada E Corp, através de um grupo de hackers ativistas chamado fsociety. O objetivo deles é zerar as dívidas dos clientes da E Corp, a fim de quebrar os cofres da empresa e tentar libertar o mundo dela. É uma missão extremamente arriscada, mas possível de realizar. O maior problema, logicamente, parte do próprio protagonista, bem como a representação dele. Elliot sofre de ansiedade social, transtorno dissociativo de identidade e depressão. Basicamente, tudo à sua volta é regido por paranoia. Ele está sempre com medo de ser descoberto, de estar sendo vigiado e odeia se relacionar com as pessoas. A vida, afinal, não é fácil nem nada.

Bem, tudo isso é importante para a narativa, porque o final da primeira temporada é um plot twist sem fim. Elliot é muito mais do que aparenta ser, bem como as pessoas à sua volta. E você não consegue enxergar isso porque a série faz com que você viva as lutas do protagonista de sua perspectiva, o que é perturbador. É difícil distinguir realidade de alucinação, o que de fato acontece e o que vem da cabeça dele. E é por isso que esta é uma das melhores séries da atualidade.

 
O protagonista é interpretado por Rami Malek. Sim, ele é conhecido pelo seu papel em Uma Noite no Museu, mas não se deixe enganar. A atuação ele é incrível e ele é um ator extremamente versátil, inclusive ele fará Freddie Mercury para o filme Bohemian Rhapsody, que estreia em 2018. A série é super aclamada pela crítica, tendo um score de aprovação de 98% no Rotten Tomatoes. São duas temporadas e a terceira se encontra em exibição, com média de 10 episódios por temporada. Também foi indicada a vários prêmios, recebendo inclusive um Globo de Ouro e dois Emmy. É uma série extremamente densa, mas de uma qualidade impecável.

Semana que vem, voltaremos para o Japão, mantendo a temática de distopia, com uma pitada de armas governamentais que regulam a sociedade e, claro, a pessoa caótica que vai meter o louco e questionar tudo isso. Até a próxima! E lembrem-se, nada de ficar...... 


26 de out de 2017

Spoilers: Capítulo 883

Título: Hora do Lanche/ Hora do Chá
Capa: Ideo e sua aliança destruindo os navios com os quais eles estavam lutando no último capítulo.

Luffy tenta ativar o Gear 4th.
Katakuri derrota Luffy facilmente com sua fruta despertada e esmaga Luffy contra a parede do Mundo dos Espelhos.
Katakuri reclama sobre sua hora do lanche estar atrasada em 40 minutos. Ele cria um abrigo feito de mochi para comer seus lanches.
Um Luffy grandão quebra a parede de mochi, comendo-a. Ele encontra Katakuri com Haki da Observação. Finalmente, Luffy quebra o abrigo de mochi e encontra seu rival comendo. A boca de Katakuri finalmente é revelada: ele possui grandes presas no lugar de dentes.
Katakuri se revela um glutão por doces e não é nem um pouco "digno". Ele fica bravo por ter sido descoberto. Os chefes que o viram assim foram todos cortados.

[Luffy vs Katakuri - Round 2]
Luffy consegue chutar Katakuri. Luffy usa o Kong Gun contra Katakuri

Fim.



20 de out de 2017

Room Anything #11: Somos feitos de amor

Em tempos de ódio, amar é resistência. Hoje eu vou trazer muito sentimento à indicação da semana, afinal, o propósito é sempre mexer no mais profundo dos nossos sentimentos (eu sou bem dessas). Quem acompanha One Piece, sabe que alguns valores na obra são fundamentais tanto para os personagens, quanto para os leitores. A amizade e o companheirismo são os mais marcantes, mas também não podemos nos esquecer de um sentimento que hoje em dia tem sido deixado de lado em prol dos nossos individualismos: o amor.

Pode soar brega? Muito. Talvez nem precisemos nos focar tanto nele, a empatia já serve e ajuda muito. Para quem não sabe, empatia é a nossa capacidade de se colocar no lugar do outro, atualmente uma atitude mais rara que pokémon shiny. A partir do momento em que sentimos dentro de nós o que o outro está vivendo, temos uma dimensão maior de que o mundo é muito diferente dos nossos individualismos.

A Psicologia me ensinou muito sobre acolher as pessoas a minha volta, mas não é preciso ter vocação ou estudar o tema para ser capaz de ter empatia. Pensando nisso, e eu espero que todos estejam me acompanhando no raciocínio até então, vamos falar um pouquinho sobre a importância da empatia e do amor tanto para quem está começando a viver, quanto para quem ainda está aprendendo (ou seja, todos nós).

O mundo é diferente. Não adianta, gente. A questão da normalidade é um conceito que você ouviu desde criancinha, seja com seus pais ou com a sociedade, e aquilo ficou na sua cabeça pra sempre. O normal não existe, ele é fruto de pessoas que têm o poder de decidir o que é certo ou errado. Mas qual seria a graça da vida se todo mundo fosse apenas uma letra do alfabeto? Sabemos que lidar com o novo é extremamente difícil, gera atrito e dá gastura. Mas também podemos crescer com coisas que não conhecemos, desde que estejamos abertos para tal. É justamente por isso que vocês precisam dar uma espiadinha em Steven Universe.

Criado por Rebecca Sugar, esse desenho a princípio parece bem infantil e sem nenhum atrativo. Mas você está disposto a se permitir experimentar o novo? A premissa, como disse, parece ser bem simples. Somos apresentados a Steven, um garoto sensível que tem uma vida bem incomum: seu pai é um músico e sua mãe, bem, sua mãe era uma alienígena que já não mais vive entre eles. Sendo um mestiço entre humano e uma "gem", Steven vive agora na companhia de três guerreiras que eram subordinadas de sua mãe, também "gems". Juntos, o grupo chamado "Crystal Gems" é responsável por proteger a Terra de grandes ameaças. Mas Steven é apenas uma criança, aprendendo sobre si mesmo, já que ele não é nem humano, nem "gem". Além disso, ele tem que lidar com sua própria insegurança, seus sentimentos aflorados e seus poderes especiais, bem como aprender a conviver com várias pessoas diferentes que habitam a pequena cidade de Beach City.

Só que, conforme passamos a primeira temporada, vemos um nítido crescimento não somente no protagonista, como em todos os personagens que acompanham sua jornada. Pérola, Ametista e Garnet, as três guerreiras, também possuem seus próprios problemas pessoais, afinal, elas declararam guerra contra a própria espécie para proteger o planeta Terra. O desenho começa a ficar ainda mais profundo quando tocamos em temas completamente pesados, mas são extremamente importantes no debate cotidiano: ansiedade, depressão, insegurança, relacionamento abusivo, padrão estético, entre outros. A grandiosidade de Steven Universe é como esses temas são abordados de maneira simples, para que as crianças cresçam aprendendo a se amar e a se respeitar, e para que nós, adultos, comecemos a criar um pouco de empatia antes de apontar o dedo, já que nem eu, nem você, nem ninguém tem uma vida perfeita sem nenhum problema.

Vale também mencionar com louvor a representatividade da série, tanto dentro como fora da animação. Rebecca Sugar já explicou que o motivo de fazer personagens com corpos tão diferentes é para simbolizar a diferença das pessoas ao redor do mundo, já que ninguém é igual a ninguém, muito diferente do que nos é ensinado nas propagandas e capas de revista. E, por fim, temos protagonistas extremamente fortes que se relacionam abertamente (não posso me aprofundar por motivos de spoiler!), que são diferentes em suas personalidades, que possuem fraquezas sim, mas que são capazes de colocar fogo no mundo por quem amam. Pra fechar com chave de ouro, Rebecca é extremamente nerd como a gente, e temos muitas referências à cultura pop, principalmente de games.

Steven Universe representa muito mais do que um simples desenho. Ele é um reflexo de que o mundo precisa começar a lidar com as diferenças antes que nós terminemos em um mundo de ódio, muito pior do que já é hoje em dia. Ninguém é obrigado a aceitar nada, mas toda educação básica começa com respeito, algo que pode progredir para a já mencionada empatia. A vida não é perfeita, obviamente sabemos disso. Mas se quisermos viver em um mundo melhor, não somente para nós, mas para as próximas gerações, precisamos começar a mudança em nós mesmos. Precisamos aprender a ouvir, a respeitar e se solidarizar com as pessoas a nossa volta. Isso o Oda nos cansou de ensinar com Bon-chan, Jinbe e os mugiwaras. Se não estivermos praticando isso no nosso dia a dia, então estamos botando nosso afeto nas obras erradas.

Vou deixar minha música favorita como gostinho, ela fala muito sobre o quanto o amor é mais forte do que qualquer outro sentimento. É simplesmente maravilhosa. Na próxima coluna, vamos dar uma pausa nos sentimentos calorosos e vamos vivenciar emoções mais tensas, que coincidentemente batem sempre com o mesmo número. Ah, e sabe aquele ator que a maioria acha que só faz comédia? Bom, ele fez filmes adultos também! E vamos descobrir qual é semana que vem! |x|


 
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